quinta-feira, 26 de maio de 2011

Kit Anti-Homofobia 2 - Dilma

Na questão do Kit Anti-Homofobia, o problema maiornão é Dilma gostar ou não gostar, sempre uma questão subjetiva.
E os vídeos nem estavam totalmente editados, tendo circulado na internet trailers de vídeos ou mesmo vídeos que não são da campanha anti-homofobia.

A questão mais séria é a Presidenta não ter nem ao menos solicitado ao Ministério da Educação, ou a quem for responsável, os vídeos que haviam sido produzidos.

Assim acaba por passar por um vexame desses, sem a menor necessidade.

Acredito que a agenda dela esteja superlotada, com todas as crises, principalmente a do Dr. Pallocci, mas será que em relação a uma questão tão contundente, ela não poderia dispor de meia hora para assistir aos vídeos, antes de sair fazendo declarações.

Sem contar que ela não parece estar muito informada acerca da questão da homossexualidade, ao declarar que governo "não promoverá propaganda de opções sexuais".
Opção? Como assim?

Da Redação
brasil@eband.com.br
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira que não concorda com o polêmico “kit anti-homofobia” por não achar correto “nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais”.
band.com.br


ABGLT: vídeo mostrado a Dilma não é do kit anti-homofobia
Ana Cláudia Barros
Os vídeos que motivaram a suspensão do kit anti-homofobia do Ministério da Educação pelo Executivo não têm ligação com o projeto, afirma o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.
“Não precisamos de um país onde haja guerra santa”, disse ReisReis contou ao Terra Magazine que o material apresentado a presidente Dilma Rousseff era antigo, direcionado a adultos e confeccionado com o propósito de tratar de temas como prostituição e redução de danos para usuários de drogas.

Nesta quarta-feira (25), ao anunciar o cancelamento do projeto “Escola Sem Homofobia”, o secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, declarou que Dilma havia considerado os vídeos inadequados.

- Creio estar havendo um grande equívoco, uma vez que os materiais apresentados à presidente pelos homofóbicos mal intencionados não eram do kit. Parece que estamos revivendo o segundo turno da campanha eleitoral presidencial de 2010 – afirmou, numa alusão às pressões dos religiosos aos então presidenciáveis para que se posicionassem contrários ao aborto.

“Quero ressaltar enquanto integrante de uma das organizações idealizadoras do kit, que o mesmo não contém cenas de sexo explícito, nem sequer um beijo e não foi editado nenhum material do kit com a logomarca do governo federal”, acrescenta.

Foi justamente este detalhe, a logomarca, que chamou a atenção de Reis. “Aí que pegamos o erro. Penetração anal, sexo oral, vaginal. Sem dúvida não é um material para distribuir em escolas. Sou professor, meu doutorado é em educação e homofobia. Eu vetaria se fosse presidente”, argumenta, lembrando que o kit passou pelo crivo da Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (Unesco), Conselho Federal Psicologia, Procuradoria Geral da República, Ministério Público, entre outros.

-Não precisamos de um país onde haja guerra santa. Temos que ser éticos. Nunca vi um material ser tão discutido. Está parecendo uma quadrilha de aloprados homofóbicos que não têm o que fazer. Deveriam se preocupar com pobreza, por exemplo – critica.

http://Jornal do Brasil

Lei da Transparência, Municípios

26/05/2011 - 15h42
Um terço dos municípios deve descumprir Lei de Transparência
FOLHA DE SÃO PAULO
Cerca de 25% dos municípios com entre 50 mil e 100 mil habitantes não deve cumprir o prazo, previsto na Lei de Transparência, para a publicação das contas públicas na Internet. A lei, que está em vigor desde 27 de maio de 2009, deu aos municípios de tamanho médio dois anos para a criação de portais de transparência dos dados públicos.

A punição para os prefeitos que descumprirem a Lei de Transparência incluem desde a
exclusão do município das transferências voluntárias da União,
o impedimento de receber benefícios fiscais e
até o enquadramento do chefe de governo na Lei de Improbidade Administrativa.
A Lei de Transparência exige ainda
a realização de audiências públicas e
a implantação de um sistema integrado de administração financeira e controle.

http://folha.uol.com.br

Chile - educação - manifestação

Mais de 8.000 estudantes protestam no Chile e ameaçam greve
DA EFE, EM SANTIAGO DO CHILE
Mais de 8.000 estudantes protestaram nesta quinta-feira na capital chilena para reivindicar melhores condições de ensino e alertar o governo de que caso não obtenham resposta, convocarão uma greve nacional para 1º de junho com duração indefinida.
(...)
Por sua vez, a presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Chile, Camila Vallejo, considerou nesta quinta-feira "necessário regular as universidades privadas e permitir mais flexibilidade aos centros de ensino estatais para que possam se desenvolver".
Os universitários também propõem "um mecanismo de acesso universitário com equidade" e uma reestruturação das bolsas de estudos.

http://folha.uol.com.br

Reforma da Previdência

A Previdência e os riscos da desoneração
26/5/2011 10:51, Por Paulo Kliass

"Ou seja, o custo das empresas não será reduzido. Apenas haverá uma outra fonte de arrecadação. E, do ponto de vista político, mais frágil de ser posteriormente alterada, pois desvinculada do custo com a mão-de-obra."
correiodobrasil.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bin Laden, Eua, alternatives after September 11th

Osama's No Martyr, But the Man Prevailed
By Walden Bello, May 3, 2011

In the aftermath of September 11, it could have responded in a way that could have blunted bin Laden's political and ideological appeal and opened up a new era in US-Arab relations.
First, it could have foresworn unilateral military action and announced to the world that it would go the legal route in pursuing justice, no matter how long this took. It could have announced its pursuit of a process combining patient multinational investigation, diplomacy, and the employment of accepted international mechanisms like the International Court of Justice (ICJ).

These methods may take time but they work, and they ensure that justice and fairness are served. For instance, patient diplomacy secured the extradition from Libya of suspects in the 1988 bombing of a Pan Am jumbo jet over Lockerbie, Scotland, and their successful prosecution under an especially constituted court in the Hague. Likewise, the International Criminal Tribunal for former Yugoslavia, set up under the auspices of the ICJ, has successfully prosecuted some wartime Croat and Serbian terrorists and is currently prosecuting former Serbian strongman Slobodan Milosevic, though of course much remains to be done.

The second prong of a progressive U.S. response could have been Washington's announcing a fundamental change in its policies in the Middle East, the main points of which would be the withdrawal of troops from Saudi Arabia, the ending of sanctions and military action against Iraq, decisive support for the immediate establishment of a Palestinian state, and ordering Israel to immediately refrain from attacks on Palestinian communities.

Foreign policy realists will say that this strategy is impossible to sell to the American people, but they have been wrong before. Had the United States taken this route, instead of taking the law--as usual--in its own hands, it could have emerged as an example of a great power showing restraint and paved the way to a new era of relations among people and nations. The instincts of a unilateral, imperial past, however, have prevailed, and they have now run rampage to such an extent that, even on the home front, the rights of dissent and democratic diversity that have been one of the powerful ideological attractions of U.S. society are fundamentally threatened by the draconian legislation being pushed by law-and-order types…that are taking advantage of the current crisis to push through their pre-September 11 authoritarian agendas.

As things now stand, Washington has painted itself into a no-win situation.
http://www.fpif.org (Foreign Policy in Focus

Paquistão - EUA - Afeganistão

Playing the China Card
Has the Obama Administration Miscalculated in Pakistan?
By Dilip Hiro
To supply the 100,000 American troops now in Afghanistan, as well as 50,000 troops from other NATO nations and more than 100,000 employees of private contractors, the Pentagon must have unfettered access to that country through its neighbors. Among the six countries adjoining Afghanistan, only three have seaports, with those of China far too distant to be of practical use. Of the remaining two, Iran -- Washington’s number one enemy in the region -- is out. That places Pakistan in a unique position.

Currently about three-quarters of the supplies for the 400-plus U.S. and coalition bases in Afghanistan -- from gigantic Bagram Air Base to tiny patrol outposts -- go overland via Pakistan or through its air space. These shipments include almost all the lethal cargo and most of the fuel needed by U.S.-led NATO forces. On their arrival at Karachi, the only major Pakistani seaport, these supplies are transferred to trucks, which travel a long route to crossing points on the Afghan border. Of these, two are key: Torkham and Chaman.

http://www.tomdispatch.com

Kit Anti-Homofobia

Dilma chamará ministros para discutir material sobre homofobia
25 de maio de 2011 | 16h 12
Tânia Monteiro - O Estado de S. Paulo
Brasília, 25 - Assustado com a ameaça feita na noite desta terça-feira, 24, no plenário, de convocação do ministro Antonio Palocci ao Congresso para dar explicações sobre a rápida evolução do seu patrimônio caso o governo não retirasse de circulação os vídeos e cartilhas que tratam de homofobia elaborados pelos ministérios da Educação e da Saúde, o governo decidiu receber as bancadas religiosas no Planalto e anunciar a suspensão de divulgação de qualquer material sobre o tema.
Estadao.com.br


iG São Paulo | 25/05/2011 14:42
Após pressão de religiosos, Dilma suspende kit contra homofobia
Depois de se reunir nesta quarta-feira (25) com deputados da chamada bancada religiosa, o governo decidiu suspender todas as produções que estavam sendo editadas pelos ministérios da Saúde e da Educação sobre a questão da homofobia.
(...)
O material do kit ainda não havia sido oficializado, nem finalizado pelo governo. Entretanto, vídeos vazaram pela internet e provocaram polêmica. Apesar das críticas, o kits ganharam apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco) que lançou seu parecer favorável ao material. Na avaliação da Unesco, o material iria contribuir para a redução do estigma e da discriminação. O material deveria ser distribuído a 6 mil escolas de ensino médio.
(...)
O governo admite que a suspensão do material foi provocada pela pressão da bancada religiosa. "Na verdade o governo recebeu hoje a bancada evangélica e católica que vieram contestar os materiais atribuídos aos ministérios da Educação, da Cultura e da Saúde. O governo informou aos deputados que estão suspensas todas as produções de materiais que falem dessas questões, sobretudo dessa questão comportamental", informou Gilberto Carvalho.
"A posição do governo é clara. Estão suspensas a edição e a distribuição desse material. E qualquer material daqui para frente passará por um crivo de um debate mais amplo da sociedade", enfatizou o ministro.
O kit de combate à homofobia foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis) a partir do diagnóstico de que falta material adequado e preparo dos professores para tratar do tema. O preconceito contra alunos homossexuais tem afastado esse público da escola, apontam as entidades.
Ultimosegundo.ig

Código Florestal - 2

CÓDIGO FLORESTAL
Floresta de retrocessos
Por Luciano Martins Costa em 25/5/2011, para o Observatório da Imprensa.
A leitura dos jornais desta quarta-feira, 25, dá a sensação de que o Brasil recuou trinta anos no processo de modernização e consolidação de sua democracia.

A Câmara dos Deputados aprovou o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para o projeto de mudanças no Código Florestal, contra as opiniões da Academia Brasileira de Ciências, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, de todos os ex-ministros do Meio Ambiente que ocuparam a pasta nos últimos 38 anos, e contra os compromissos assumidos pelo Brasil nas três últimas décadas nos mais importantes foros internacionais.
Observatório da Imprensa




Canal Rural
25/05/2011
Emenda do novo Código Florestal impõe primeira derrota de Dilma no Congresso
Além de tentar retomar no Senado a prerrogativa exclusiva de legislar sobre as APPs, o governo irá se empenhar por novas mudanças em relação ao texto aprovado na Câmara. Segundo Vaccarezza, o Planalto deseja estabelecer punições para quem reincidir em agressões ao ambiente, garantir aos pequenos produtores o cultivo às margens de rios e obrigar a recomposição de áreas desmatadas na Amazônia.
Canal Rural

25 de maio de 2011
Claudia Andrade
Câmara tira do governo poder de manter atividades em APPs
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira uma emenda ao texto do Código Florestal contrária aos interesses do governo. A emenda foi aprovada por 273 votos a favor, 182 contra e duas abstenções. Ela prevê que órgãos estaduais, por meio do Programa de Regularização Ambiental (PRA), poderão autorizar a manutenção de atividades em Áreas de Proteção Permanente (APP). O governo queria definir por meio de decreto presidencial quais atividades seriam mantidas e quais deveriam ser retiradas para recomposição do terreno desmatado.
Terra
G1
25/05/2011 09h47
Entenda a polêmica que envolve o novo Código Florestal
Emenda 164
A polêmica emenda 164, de autoria do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), tem relação com o PRA. Ela estabelece que a União estipularia as regras gerais e os estados definiriam, de fato, o que pode ser cultivado nas APPs. O governo federal é contra a proposta porque quer exclusividade para definir as atividades permitidas em APPs.
Na visão dos governistas, a emenda 164, aprovada pelos deputados, pode abrir uma brecha para que os estados anistiem agricultores que já ocupam áreas de preservação.
Os defensores da emenda argumentam que, se o governo federal tiver a prerrogativa de definir sobre as áreas de preservação ambiental, pequenos agricultores que já desenvolvem suas atividades em áreas de preservação poderão ser prejudicados.
G1.globo.com


Brizola Neto, no Tijolaço.com
24, maio
Meu voto é contra o Código Florestal
Eu concordo com a posição do Deputado Paes Landim, do PMDB-PI, que disse que “não se pode conceber que certos governadores, “alguns latifundiários, fazendeiros ou industriais”, concedam licença ambiental com a possibilidade de estarem se baseando em seus próprios interesses. “A presidenta está muito certa em exigir que essas licenças de regularização ambiental não passem pelos estados”.
http://www.tijolaco.com/

Jornal do Brasil
8h51
Veja os principais pontos da proposta do novo Código Florestal
Reserva legal
Lei atual: determina que a manutenção de florestas e outras formas de vegetação nativa deve ser de 80% em propriedades em área de floresta na Amazônia Legal, 35% nas propriedades em área de cerrado na Amazônia Legal e 20% nas demais regiões. Se a área da reserva for menor que o previsto em lei, o proprietário deve promover a recomposição.
Texto votado: pequenos produtores rurais, cujas propriedades sejam de até quatro módulos fiscais (medida variável que vai até 400 hectares) não precisarão recompor as reservas legais.

Margem de rios
Lei atual: prevê proteção da vegetação até 30 m de distância das margens dos rios mais estreitos, com menos de 10 m de largura.
Texto votado: no caso de áreas já desmatadas, a recomposição deverá ser de 15 m de distância da margem. Permanece a exigência de 30 m para as áreas que se mantiveram preservadas.

Anistia
Lei atual: elenca uma série de contravenções passíveis de punição de três meses a um ano de prisão ou multa de 1 a 100 salários mínimos. O decreto 7.029/2009 prevê multa para quem não registrar a reserva legal até o próximo dia 11 de junho. Se as áreas desmatadas forem recuperadas até essa data, ficarão livres das multas.
Texto votado: o compromisso de regularização do imóvel suspende eventuais punições de detenção e/ou multa que tenham sido aplicadas ao proprietário. A efetiva regularização extingue a punibilidade. A adesão ao programa de regularização deverá ocorrer em um ano (prazo que pode ser prorrogado pelo governo) a partir da criação do cadastro de regularização ambiental (CAR). O cadastro deverá ser criado até três meses após a sanção do novo código.

Topos de morro
Lei atual: proíbe utilização do solo em topos de morros, montes, montanhas e serras, encostas com declive acima de 45°, restingas fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues, bordas de chapadas, áreas com mais de 1,8 mil m de altitude.
Texto votado: o texto admite a manutenção de atividades florestais, pastoreio extensivo, culturas lenhosas perenes, como café, maçã, uva, ou de ciclo longo, como a cana de açúcar, que não estavam previstas no texto apresentado pelo relator.

Áreas consolidadas
Lei atual: a classificação de área rural consolidada inexiste no código em vigor.
Texto votado: atividades em áreas rurais consolidadas - anteriores a 22 de julho de 2008 - localizadas em Área de Preservação Permanente poderão ser mantidas se o proprietário aderir ao Programa de Regularização Ambiental. A autorização será concedida em caso de utilidade pública, de interesse social ou de baixo impacto.
Jornal do Brasil Online

terça-feira, 24 de maio de 2011

País Basco - Eleições

EL UNIVERSAL
martes 24 de mayo de 2011 03:07 PM
ESPAÑA | Relacionan con ETA
PP quiere evitar que Bildu acceda al poder local en el País Vasco
Vitoria, España. - El conservador Partido Popular (PP) anunció hoy su intención de impedir que el nuevo partido independentista Bildu pueda formar gobiernos locales en el País Vasco, donde en las elecciones municipales del domingo se convirtió sorpresivamente en la primera fuerza por número de concejales.
El secretario general del PP en el País Vasco, Iñaki Oyarzabal, exhortó hoy al Partido Nacionalista Vasco (PNV) y al Partido Socialista Vasco (PSE), el cual preside el gobierno de esa región del norte de España, a llegar a un "gran acuerdo" en las diputaciones y en los principales ayuntamientos para evitar gobiernos de Bildu y que no haya instituciones "al pairo de los más radicales", informó DPA.
El Universal

ETA: reinar después de morir
24.05.11 - 02:33 - ANTONIO ELORZA |
Paradójicamente, el mayor triunfo político de la historia de ETA ha tenido lugar cuando mayor era su debilidad y se auguraba su desaparición. Y ni siquiera se vio obligada a dar el paso de autodisolverse. Bastó la declaración de 'alto el fuego' y una feliz concordancia entre la inactividad ligada a la tregua y a la impotencia, de un lado, y el rocambolesco episodio que acabó en la legalización de Bildu, de otro, para que buena parte de la sociedad vasca interiorizase que los días de la violencia habían cedido paso a la 'alternativa democrática'. Incluso fue oportuno que la legalización le tocase a Bildu y no a Sortu. El partido político Sortu era por una parte un sucesor demasiado evidente de Batasuna y por otra la obligada concesión de los reiterados rechazos a ETA de los Estatutos y del acto de presentación suscitaban una peligrosa ambigüedad: resultaba extraña la condena del padre, en exceso forzada para ser verdadera, y el 'rechazo' colocaba además a la nueva agrupación en la tesitura de tener que pronunciarse contra él a la menor infracción de la tregua. Bildu tenía la ventaja de las máscaras, que no es otra que encubrir al verdadero sujeto, y así mientras Sortu condenó el tiroteo de Francia, Bildu pudo refugiarse en una declaración plagada de eufemismos y con la tradicional llamada a los Estados español y francés, un texto que parecía redactado por la Batasuna de siempre. Además ahora lo lógico es que dentro de un tiempo el Tribunal Constitucional abra también la puerta de la legalidad para Sortu.
http://Diario Vasco

Venezuela - Sanções a Pdvsa

EL UNIVERSAL
martes 24 de mayo de 2011 07:02 PM
Chávez rechaza sanciones contra Pdvsa
Tras el anuncio de sanciones a las petroleras, por sus relaciones con Irán, el Presidente ratificó la soberanía de Venezuela para definir su política exterior y negociar libremente con todas las naciones del mundo.
El gobierno de Estados Unidos anunció este martes que sancionaría a Pdvsa por sus relaciones con Irán pero "sin afectar" las ventas de la estatal. De acuerdo con Reuters, el subsecretario de Estado, James Steinberg, dijo que las sanciones impedirán a la petrolera tener acceso a contratos con el gobierno norteamericano y a financiamiento para importar y exportar.

http://El Universal

Extrativistas assassinados no Pará

Casal de extrativistas é assassinado no Pará
José Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, considerados sucessores de Chico Mendes, foram executados na 2ª. Dilma manda PF investigar morte
Wilson Lima, iG Maranhão | 24/05/2011 16:27
O casal de lideres extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva foi executado na noite desta segunda-feira na cidade de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, cidade a 390 quilômetros de Belém.

A suspeita de Organizações Não Governamentais (ONG’s) e da família de Ribeiro é que ele tenha sido executado por madeireiros da região. Silva era considerado sucessor de Chico Mendes, em referência ao líder dos seringueiros do Acre que foi morto em 1988 por sua defesa da Amazônia.
(...)
José Claudio da Silva vinha recebendo ameaças de madeireiros da região desde 2008. Segundo informações do CNS, desconhecidos costumavam rondar a residência do casal disparando vários tiros para tentar intimidá-los. José Cláudio da Silva era um dos principais defensores da preservação das floresta amazônica após a morte de Chico Mendes e constantemente fazia denúncias sobre o avanço ilegal na área de de preservação onde trabalhava por madeireiros para extração de espécies como castanheira, angelim e jatobá.
ultimosegundo.ig.com.br

24/05/2011 - 17h48
Líderes camponeses no Pará foram mortos em emboscada, afirma polícia; ameaças de madeireiros serão analisadas
Janaina Garcia
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Silva e a mulher integravam o projeto de assentamento agroextrativista Praialta-Piranheira, criado na região em 1997 e que trabalhava principalmente com produtores de castanha. Líder da associação de camponeses da região, ele se tornou conhecido por denunciar a ação de madeireiros ilegais na floresta amazônica. Apesar de denúncias feitas em público, no entanto, nenhum deles tinha proteção policial.
(...)
Indagado sobre o motivo de o casal --que há anos militava contra a exploração feita pelos madeireiros --não ter contado com algum tipo de proteção da polícia, uma vez que já teria sido ameaçado de morte em outras oportunidades, o delegado atribuiu a situação à falta de efetivo.
“A extensão [territorial] aqui é grande; temos dois investigadores no efetivo, é complicado --além disso, a delegacia atende também a cidade de Jacumbá, a 50 km de Nova Ipixuna”, justificou.
(...)
Na palestra, Silva disse que em 1997, quando foi criado o projeto de assentamento extrativista, a cobertura vegetal na região chegava a 85% do território, com florestas nativas de castanha e cupuaçu. “Hoje resta pouco mais de 20% dessa cobertura”, disse ele, que se auto-denominava castanheiro desde os sete anos.

noticias.uol

Israel

24/05/2011 - 14:44 | Efe | Washington
Opera Mundi
Em discurso inflexível, Netanyahu reitera rejeição de devolver territórios palestinos anteriores a 1967
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um discurso agressivo e inflexível realizado nesta terça-feira (24/05) no Congresso dos Estados Unidos, disse estar disposto a fazer “concessões dolorosas” para obter a paz com os palestinos. Entretanto, afirmou que não aceitará voltar às fronteiras de 1967, estabelecidas antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, e também não cogita ceder a parte oriental de Jerusalém.
(...)
Como argumento, falou que milhões de judeus vivem há décadas em assentamentos que ficariam dentro do território que antes pertencia aos palestinos, e que seu país não estaria disposto a se desfazer das colônias. Também alegou motivos de segurança, ao indicar que essas fronteiras seriam indefensíveis.
(...)
Inflexível, voltou a exigir que o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmud Abbas, rompa o recente pacto de reconciliação entre os grupos políticos e militantes Fatah, que governa Cisjordânia, e o Hamas, que comanda a Faixa da Gaza e não reconhece a existência do Estado judeu.
operamundi

China e Irã

Chinese vice president meets Iran's foreign minister Xinhua - English.news.cn 2011-05-24 19:57:49
BEIJING, May 24 -
- Chinese Vice President Xi Jinping met with Iranian Foreign Minister Ali Akbar Salehi on Tuesday, pledging to work closely with Teheran on the bilateral relationship.
Salehi came to Beijing on Sunday for a three-day visit, which coincided with the 40th anniversary of the establishment of China-Iran diplomatic ties.
(...)
Xi said China was satisfied with its ties with Iran, saying both countries had deepened political trust, boosted economic cooperation and maintained close coordination in regional and international issues over the years.
http://Xinhuanet.com

Egito - Mubarak

Estadão
Mubarak e seus filhos serão julgados por morte de manifestantes
Ex-presidente egípcio também responderá a alegações de enriquecimento ilícito
24 de maio de 2011 | 12h 21
O ex-presidente do Egito Hosni Mubarak e seus dois filhos Gamal e Ala serão julgados pela morte de manifestantes, disse nesta terça-feira, 24, a promotoria do país.
Os três foram indiciados por "assassinato premeditado de alguns participantes dos protestos pacíficos da revolução de 25 de janeiro", afirmou a Justiça egípcia, por meio de um comunicado citado pela agência estatal egípcia Mena.
Acredita-se que mais de 800 pessoas tenham sido mortas durantes os 18 dias de protestos no Egito, no início do ano, que tiveram como centro a Praça Tahrir, no Cairo, e que levaram à renúncia de Mubarak. Milhares de ativistas ficaram feridos.
estadao

Desmatamento -

Câmara aprova anistia a desmatador
25 de maio de 2011 | 0h 00
Marta Salomon e Eugênia Lopes - O Estado de S.Paulo
"Novo Código causou alta no desmate"
O aumento no ritmo das motosserras na Amazônia está relacionado à reforma do Código Florestal em discussão no Congresso Nacional. É o que afirma documento assinado pelo secretário do Meio Ambiente de Mato Grosso, Alexander Torres Maia, submetido ao gabinete de crise criado nesta semana pelo governo federal para combater o desmatamento na Amazônia. O documento diz que se criou a expectativa entre proprietários de terra de que não seriam concedidas novas autorizações para desmatamento e que os responsáveis seriam anistiados.
O gabinete de crise foi criado pela ministra Izabella Teixeira após o anúncio do aumento de 473% na destruição da floresta na Amazônia em março e abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010.
Estadão


Edição de 19/05/2011 - Meio ambiente
Aumenta desmatamento na Amazônia
Brasília – Mais do que quintuplicou o ritmo das motosserras na Amazônia no bimestre março-abril, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os satélites de detecção do desmatamento em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mais rápidos e menos precisos, registraram o corte de 593 quilômetros quadrados de florestas, extensão equivalente a mais da terça parte da cidade de São Paulo.
http://gazetadosul

O Código e o desmatamento
24 de maio de 2011 | 0h 00
- O Estado de S.Paulo
Diante dos dados do Inpe, a senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura, declarou que não concordava com os números levantados, que seriam pontuais, devendo o desmatamento ser medido em períodos anuais. "Este mês específico é um mês ainda de forte desmatamento por causa da época - quando termina a chuva e já começa a seca", disse ela (O Globo, 19/5). Como se o que está acontecendo na Amazônia fosse coisa normal.
estadao.com.br

23/05/2011 - 14h22
Desmatamento vira briga política no Código Florestal; queimadas se aproximam
Edilson Almeida
Redação 24 Horas News
O secretário de Meio Ambiente, Alexander Maia, de Mato Grosso, diz que a decisão do produtor rural de realizar desmatamentos ilegais, pode ter partido de uma interpretação equivocada do Zoneamento Socio-Econômico e Ecológico. A lei sancionada pelo governador tem a previsão em seu artigo 24, que as áreas desmatadas em ambientes de floresta em data anterior a promulgação da lei poderão se utilizar do benefício de redução da reserva legal de 80% para 50% para fins de recomposição, bem como a isenção de recomposição da reserva legal para as propriedades rurais abaixo de quatro módulos rurais.
Alem disso, lembrou que a proposta do Novo Código Florestal contém disposições que geraram muita expectativa na sociedade; como ocorre com a possibilidade de moratória do desmatamento na Amazônia Legal, o que tem feito com que produtores rurais realizem desmatamentos em grandes áreas. “Inclusive utilizando o conhecido "correntão", onde grande volume de recursos naturais têm sido literalmente perdidos" – avalia.
http://24horasnews

Irã

Political Problems Mounting For Iran's Ahmadinejad
by Mike Shuster, NPR, National Public Radio.
May 24, 2011
Iranian President Mahmoud Ahmadinejad looks to be in the most precarious position he's been in since his election nearly six years ago.
(…)
Alireza Nader, an Iran analyst at the RAND Corp., says that the number of supporters Ahmadinejad has within the governing system in Iran is dwindling.
"There's tension between him and the supreme leader," Nader says."He doesn't get along with Parliament. There's a lot of tension between him and the Guardian Council, and the head of the Guardian Council was a strong Ahmadinejad supporter. So he is slowly being squeezed by all the most important players in Iranian politics."
(…)
"He's been trying to play the Persian nationalist card, for instance, which is very, very popular in Iran, particularly among those who despise the Islamic Republic," Parsi says. "Whether he will be successful in that, of course, is a different matter. But it shows that he is himself aware that he needs to have a stronger platform and constituency in order to continue this effort of his."
(…)
The goal appears to be to extend Ahmadinejad's political power beyond 2013, when his second and final term as president expires.
To accomplish this, he had taken some very risky steps. He has set in motion new economic policies to eliminate many of the subsidies that for years have provided cheap gasoline, electricity, bread, rice and other basic staples.
At the same time, he has initiated cash payments to many in Iran to ease the economic pain, says Hossein Askari, an expert on Iran's economy at George Washington University.
"Nobody else had the courage to do this," Askari says. "He jumped on it because I think he saw this as a way to become even more of a populist. He wanted to target the cash payments to the poor."
All this is designed with a clear political purpose in mind, and many in Iran believed the goal was to put forward his chief of staff, Esfandiar Rahim Mashaei, as the presidential candidate to succeed him, says Nader of the RAND Corp.
(…)
"If you're an Islamic Republic and you have people who may run for president say that Iran is more important than Islam, then that is a fundamental challenge to the very principle that [the] Islamic Republic is resting on," Parsi says.
(…)
NPR - National Public Radio


BBC Brasil
24 de maio, 2011 - 09:17
Explosão mata 1 em refinaria do Irã durante visita de Ahmadinejad
Ahmadinejad não ficou ferido em explosão em Abadan
Uma pessoa morreu e pelo menos 20 ficaram feridas em uma explosão em uma refinaria de petróleo em Abadan, sudoeste do Irã. A explosão ocorreu enquanto o presidente Mahmoud Ahmadinejad visitava o local.
A agência de notícias Fars informou que um problema técnico causou a explosão, que foi seguida de incêndio. Outra agência de notícias, a Mehr, informou que a explosão foi causada por um vazamento de gás e alguns funcionários inalaram substâncias tóxicas.
bbc.brasil

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Talibã

Talebã nega morte de mulá Omar por forças paquistanesas
Porta-voz de milícia refutou informações de que líder teria sido morto sob custódia de serviço de inteligência.
23 de maio de 2011 | 11h 57
A milícia extremista afegã Talebã negou nesta segunda-feira que seu líder, mulá Mohammed Omar, tenha sido morto no vizinho Paquistão.
Reportagens e boletins de rádio locais davam conta de que Omar teria sido morto ao ser transferido pelos serviços de inteligência paquistaneses para a região do Waziristão do norte.
Um porta-voz do grupo militante, Zabihullah Mujahid, negou as informações e disse que Omar continua vivo e na liderança dos insurgentes no Afeganistão.
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,taleba-nega-morte-de-mula-omar-por-forcas-paquistanesas,722945,0.htm


por António Louçã, RTP
16:09 - 23 maio '11 Chefe taliban desapareceu do seu esconderijopublicado
Há quem diga que foi morto e há os taliban que desmentem. Uma coisa parece ser certa e consensual: o mullah Omar desapareceu da cidade paquistanesa de Quetta. Mas, se "desapareceu" há poucos dias um homem que a CIA procura há vários anos, isso pode significar que, afinal, se conhecia o seu paradeiro.
tv1.rtp.pt

FRATTINI DIZ QUE MORTE DE MULÁ OMAR NÃO PODE SER CONFIRMADA
BRUXELAS, 23 MAI (ANSA) -
A morte do guia espiritual do Talibã, mulá Mohammad Omar, não pode ser confirmada, declarou hoje o chanceler da Itália, Franco Frattini, em encontro entre representantes dos países-membro da União Europeia (UE), em Bruxelas.
"Não temos confirmação, só as vozes de uns e de outros que dizem coisas diferentes", respondeu o ministro italiano das Relações Exteriores a perguntas sobre a morte do líder afegão.
www.ansa.it

Paquistão - EUA - China

US, Pakistan Near Open War; Chinese Ultimatum Warns Washington Against Attack
Webster G. Tarpley, Ph.D.
Monday May 23, 2011
China has officially put the United States on notice that Washington's planned attack on Pakistan will be interpreted as an act of aggression against Beijing. This blunt warning represents the first known strategic ultimatum received by the United States in half a century, going back to Soviet warnings during the Berlin crisis of 1958-1961, and indicates the grave danger of general war growing out of the US-Pakistan confrontation.

tradução livre

A China avisou oficialmente aos Estados Unidos de que ataques ao Paquistão serão interpretados como um ato de agressão contra Pequim. Este aviso representa o primeiro ultimato estratégico recebido pelos Estados Unidos em meio século, desde os alertas soviéticos durante a crise de Berlim de 1958-1961, e indica o grave perigo de uma guerra geral, crescendo a partir da confrontação entre EUA-Paquistão.

paktribune.com

Siria -

UE decide punir Bashar al-Assad
(AFP) – 23/05/2011
Depois dos Estados Unidos, a União Europeia (UE) decidiu nesta segunda-feira congelar os bens do presidente sírio Bashar al-Assad e impor uma proibição de visto, além de aumentar a pressão sobre o Irã, seu principal aliado regional.
A UE decidiu punir pessoalmente Bashar al-Assad pela violenta repressão de seu regime aos protestos populares que começaram em março. Segundo a ONU e organizações de defesa dos direitos humanos, mais de 900 pessoas já foram mortas pelas forças de segurança
AFP


Até este momento, o Conselho de Segurança [da ONU] não reagiu oficialmente à situação síria devido às reticências de Rússia e China, mas o chanceler francês, Alain Juppé, disse que uma maioria começou a se delinear no sentido de condenar o regime de Al-Assad.
Jornal do Brasil.com.br

17/05/2011 às 17h25:
Letícia Casado, para o R7
Comunidade síria apoia regime e fala em complô dos EUA
Apesar da violenta repressão contra os opositores, o presidente da Síria, Bashar al Assad, conta com o apoio de boa parte dos conterrâneos que vivem no Brasil. Não há estatísticas oficiais, mas as autoridades consulares falam em seis milhões de sírios e descendentes em terras brasileiras. Os membros da comunidade ouvidos pelo R7 não escondem a simpatia pelo líder, torcem para que o regime não caia e não descartam a possibilidade de que agentes estrangeiros estejam acirrando as revoltas.
(...)
A maioria dos entrevistados reconhece que houve “excessos” por parte do Exército. Eles ressaltam, no entanto, que a decisão de derrubar Assad deve vir das urnas, em eleições diretas. Pelas regras atuais, o presidente é indicado pelo Parlamento e depois confirmado em um referendo.
Ocorre que a Síria é controlada por um partido único, o Baath. Tanto em 2000 quanto em 2007, Assad não teve adversários nas eleições. Na última, o presidente recebeu 97,62% dos votos, de acordo com a contagem oficial.
Portal R7

domingo, 22 de maio de 2011

Professor que faz greve não tem contrato prorrogado.

Viomundo - por Azenha

Greve dos professores de Santa Catarina: Quem aderiu, não terá contrato prorrogado
Avisa circular da Secretaria da Educação do estado enviada a todos os diretores de escola

13. Para o professor ACT que aderir à greve e tiver o término do seu contrato em meio ao período da manifestação não será concedida prorrogação/renovação de contrato.
14. Para o professor ACT que não aderir ao movimento e tiver o término do seu contrato em meio ao período da manifestação será concedida prorrogação/renovação de contrato somente mediante comprovação da unidade escolar de que o mesmo vem ministrando aulas regularmente.


Leia a circular completa em

http://www.viomundo.com.br/denuncias/greve-dos-professores-de-santa-catarina-quem-aderiu-nao-tera-contrato-prorrogado.html